A história por trás de “Suite 14″, hit de Henrique & Diego

26/06/2015 18:00
Quem acompanha o cenário da música sertaneja sabe que, nos últimos tempos, o ritmo tem flertado cada vez mais com outros gêneros bem diferentes, como o funk.  Por este motivo, as parcerias entre cantores de diferentes ritmos se tornaram comuns e, logicamente, bem rentáveis. A exemplo da colaboração entre Henrique & Diego e MC Guimê. No YouTube, são mais de cinquenta milhões de visualizações no videoclipe de “Suite 14″. Nas rádios, a faixa também é um sucesso. Ao ser lançada, a canção emplacou rapidamente no top 10 da Crowley, ficou diversas semanas em primeiro lugar e, atualmente, encontra-se na sexta posição do ranking das faixas mais tocadas do Brasil. Ou seja, mesmo depois de oito meses (seu videoclipe foi lançado em novembro de 2014), o trio continua colhendo os frutos dessa parceria.

Todo esse sucesso não aconteceu por acaso – e nem da noite para o dia. Após o hit “Zoar e Beber” (2010) estourar nas rádios e nas pistas de dança, a dupla viveu um período de calmaria. Ao todo, Henrique & Diego já somam mais de 13 anos de carreira, e, ao se juntarem com MC Guimê em 2014, o tiro foi certeiro. A começar da produção da faixa, que foi assinada pelo famoso Dudu Borges. Além disso, essa foi a primeira vez que o funkeiro (que, vejamos, também está em grande ascensão) misturou o seu som com o sertanejo.

Em menos de um mês, “Suite 14″ atingiu um milhão de visualizações no YouTube. Depois disso, os números só cresceram – atualmente, seu videoclipe é o mais assistido no canal oficial da dupla no VEVO. Atrás dele, está “Senha do Celular” (que também foi gravada para o DVD “Tempo Certo”), com pouco mais de três milhões de views. Em terceiro, “Oh Delícia” (2013), com mais de três milhões de acessos.

Mas se engana quem pensa que Henrique & Diego e MC Guimê foram os responsáveis pela letra de “Suite 14″. A composição é assinada por Mauricio Mello, que já escreveu letras para Gusttavo Lima, Cristiano Araújo, Maria Cecilia & Rodolfo, Marcos & Belutti e Munhoz & Mariano. A inspiração? Tem – e muito – a ver com o que o trio canta. “O compositor – ou ele ou alguém da nossa dupla – teve uma experiência em um lugar, e esse lugar era uma suíte 14, com teto que abre, espuma na banheira”, explicou Henrique em recente entrevista ao Gshow.

Morte de Michael Jackson completa seis anos

25/06/2015 18:20

Nessa quinta-feira (25), completa-se seis anos da morte de Michael Jackson. É claro que isso não significaria o fim do culto a uma personalidade que ficou marcada como o Rei do Pop. Assim como outro rei – o do rock –, Elvis Presley, ele permanece vivo no imaginário dos fãs que sempre o acompanharam e também daqueles que surgem a cada dia. No hall dos maiores nomes da música popular de todos os tempos, Michael tem sua arte redescoberta com o passar do tempo. Algo que já acontece há décadas, por exemplo, com os Beatles, outro nome ímpar da cultura pop mundial.

 

Outro ponto em comum entre Michael, Elvis e os Beatles está na idolatria dos fãs brasileiros. Todos eles estão entre os artistas internacionais que mais venderam discos no país e influenciaram legiões de artistas a seguirem seus passos. Porém, há algo que diferencia Michael de Elvis e dos garotos de Liverpool: ele tem uma relação muito mais próxima com o público brasileiro.

 

Como chegaram ao auge numa época em que a dimensão das chamadas turnês mundiais era muitíssimo menor, Elvis e os Beatles nunca tocaram no Brasil. Normal, já que o país não costumava entrar no roteiro das grandes turnês internacionais até o início dos anos 80. Poucos eram os artistas que se aventuravam a tocar nesse país latino-americano, visto por muitos gringos como uma selva gigantesca.

 

Entre esses que desembarcaram por aqui, ainda na década de 70, está Michael Jackson. Para ser mais exato, estamos falando de 1974. Na época, o cantor integrava o grupo Jackson 5, no qual fez muito sucesso ao lado de seus irmãos, entre o fim dos anos 60 e início dos 70. Quando veio ao Brasil, o grupo já tinha passado pelo auge e vivia um momento diferente da carreira, com o pequeno Michael esboçando uma bem sucedida carreira solo.

 

Michael Jackson retornou ao Brasil em 1993, já consagrado como maior cantor pop do mundo. Na ocasião, ele fez duas apresentações com ingressos esgotados no Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP). Além dos shows grandiosos, essa passagem também ficou marcada pelo atropelamento, por sua comitiva, do jovem Márcio Alberto de Paula, que tinha 15 anos na época. O acidente aconteceu quando o cantor visitava uma fábrica de brinquedos, na zona norte da capital paulista. Depois do ocorrido, Michael Jackson visitou o garoto no hospital, fato que ganhou enorme repercussão.

 

A última visita de Michael ao país aconteceu em 1996, quando gravou o clipe da música “They Don’t Care About Us”. As imagens foram registradas no Pelourinho, em Salvador (BA), e na Favela Santa Marta, no Rio de Janeiro (RJ). Segundo reportagens da época, a equipe do cantor negociou com os traficantes locais para garantir a segurança durante as gravações.

Artistas e fãs lamentam morte de Cristiano Araújo

24/06/2015 15:00

Na manhã dessa quarta-feira (24), a internet foi tomada por demonstrações de carinho e saudade dos amigos e fãs de Cristiano Araújo. O cantor, de 29 anos, e sua namorada, Alana Moraes, 19, morreram em um acidente automobilístico, quando voltavam de um show na cidade de Itumbiara (GO).

O acidente interrompeu uma carreira de sucesso, que vinha em trajetória ascendente desde 2011, quando aconteceu o estouro do hit “Efeitos”. Desde então, Cristiano Araújo só viu seu nome crescer cada vez mais na música sertaneja. Seu último DVD, “In The Cities”, lançado em 2014, apresentou sucessos como “Hoje Eu Tô Terrível”, “Cê Que Sabe” e “Caso Indefinido”. No fim de maio, o sertanejo lançou o single “Traição a Queima Roupa”, com a participação da dupla Jads & Jadson.

Veja algumas manifestações de amigos de Cristiano Araújo:

Michel Teló - Tristeza demais no coração... Tristeza demais... Descanse em paz, companheiro. Deus conforte e de muita força às famílias. ‪#‎Luto‬

Jorge e Matheus - Nosso irmãozinho! Quanta tristeza. Vá com Deus menino de ouro.

Paula Fernandes - O dia amanheceu muito triste com notícia da morte de Cristiano Araújo. Uma fatalidade tirou da música sertaneja um talentoso artista. Faltam palavras para descrever meu sentimento.
Que Deus ampare os corações das famílias, tanto do Cristiano como da namorada, Allana Moraes, e de todos os fãs.

Fernando e Sorocaba - Que pesadelo horrível ... E pensar que na ultima semana dividimos o palco e ele como sempre o mesmo moleque 1000% ....conversamos um tempão dentro do camarim e a cada fim de frase vinha essa risada cativante, essa alegria de viver que você sempre transmitiu... Esse foi nosso ultimo abraço meu amigo ... Descanse em paz Cris ...

Victor e Léo - Que a espiritualidade possa acolher esse jovem cantor,alma boa e carismática,de forma especial!!
Força pra família dele e da namorada!!
Descanse em paz companheiro!!!

Realmente uma pena um artista com um potencial tão grande ter a sua vida e carreira abreviadas dessa maneira.

Artistas e fãs lamentam morte de Cristiano Araújo

 

Na manhã dessa quarta-feira (24), a internet foi tomada por demonstrações de carinho e saudade dos amigos e fãs de Cristiano Araújo. O cantor, de 29 anos, e sua namorada, Alana Moraes, 19, morreram em um acidente automobilístico, quando voltavam de um show na cidade de Itumbiara (GO).

O acidente interrompeu uma carreira de sucesso, que vinha em trajetória ascendente desde 2011, quando aconteceu o estouro do hit “Efeitos”. Desde então, Cristiano Araújo só viu seu nome crescer cada vez mais na música sertaneja. Seu último DVD, “In The Cities”, lançado em 2014, apresentou sucessos como “Hoje Eu Tô Terrível”, “Cê Que Sabe” e “Caso Indefinido”. No fim de maio, o sertanejo lançou o single “Traição a Queima Roupa”, com a participação da dupla Jads & Jadson.

Veja algumas manifestações de amigos de Cristiano Araújo:

Michel Teló - Tristeza demais no coração... Tristeza demais... Descanse em paz, companheiro. Deus conforte e de muita força às famílias. ‪#‎Luto

Jorge e Matheus - Nosso irmãozinho! Quanta tristeza. Vá com Deus menino de ouro.

Paula Fernandes - O dia amanheceu muito triste com notícia da morte de Cristiano Araújo. Uma fatalidade tirou da música sertaneja um talentoso artista. Faltam palavras para descrever meu sentimento.
Que Deus ampare os corações das famílias, tanto do Cristiano como da namorada, Allana Moraes, e de todos os fãs.

Fernando e Sorocaba - Que pesadelo horrível ... E pensar que na ultima semana dividimos o palco e ele como sempre o mesmo moleque 1000% ....conversamos um tempão dentro do camarim e a cada fim de frase vinha essa risada cativante, essa alegria de viver que você sempre transmitiu... Esse foi nosso ultimo abraço meu amigo ... Descanse em paz Cris ...

Victor e Léo - Que a espiritualidade possa acolher esse jovem cantor,alma boa e carismática,de forma especial!!
Força pra família dele e da namorada!!
Descanse em paz companheiro!!!

Realmente uma pena um artista com um potencial tão grande ter a sua vida e carreira abreviadas dessa maneira.

Disco “Mamonas Assassinas” completa 20 anos

23/06/2015 16:30

 

Em 2015, a história de Dinho, Bento, Samuel, Sérgio e Júlio completa vinte e cinco anos. Agora, os fãs do quinteto comemoram mais um marco dessa trajetória, que começou lá em Guarulhos (SP) na década de 1990, com a criação da banda Utopia. Nesta terça-feira (23), o único disco do Mamonas Assassinas, segundo projeto musical formado pelos meninos, comemora vinte anos de existência.

 

Assim como muitos ídolos que já se foram – Raul Seixas, Cássia Eller, Cazuza, Renato Russo, entre outros – a banda Mamonas Assassinas conseguiu se manter firme e forte na indústria da música. Isso porque suas canções, que ficaram conhecidas pela irreverência, ainda estão na ponta da língua de muita gente. E, mesmo depois de tantos anos, o grupo reúne milhares de fãs por todo o país e ainda vende muitas cópias de seu único álbum de estúdio.

 

“Mamonas Assassinas” foi lançado pela EMI no dia 23 de junho de 1995. A produção, vejam só, foi assinada por Rick Bonadio – que, na época, era um cara “desconhecido” no meio musical. Segundo a ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Discos), o álbum vendeu mais de três milhões de cópias em apenas um ano, o que fez o grupo receber uma certificação de Disco de Diamante na época. Claro que, com o passar dos anos, esse número subiu – especula-se, inclusive, que as vendas tenham duplicaram após a morte do quinteto em 1996.

 

Mas, por quê todo esse sucesso? Simples. De uma maneira geral, o disco dos meninos foi um “tapa na cara da sociedade”, já que o humor de suas composições traziam muitos problemas da época à tona. Só que, naquele tempo, essa ironia presente no projeto não foi entendida por todo mundo. Algumas pessoas acharam graça, e, quando todo mundo começou a se render à esse som engraçado e diferente, não foi difícil para os Mamonas Assassinas se tornarem um fenômeno.

 

Musicalmente, o disco também foi uma espécie de marco. Dinho era versátil, e, por isso, o grupo fez questão de não se prender em um só ritmo. Ou seja, além de fazer duras críticas à sociedade (a faixa “Robocop Gay” vociferava, já em 1995, que “gay também é gente”), o projeto passeou pelo rock ao pagode e ao baião com facilidade – nas faixas “Chopis Centis”, “Lá Vem o Alemão” e “Jumento Celestino”, respectivamente.

 

Dos mais jovens aos mais velhos, o Mamonas Assassinas foi sucesso por onde passou. Com apresentações lotadas no Brasil e no exterior, o grupo conseguiu emplacar todas as canções que produziu. Afinal, quem é que nunca cantou, do início ao fim, os hits “Pelados em Santos” e “Sábado de Sol”?

 

Que saudadeeeeeee!!!!!

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